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Diploma:

Despacho n.º 54/SAS/98

BO N.º:

20/1998

Publicado em:

1998.5.18

Página:

585

  • Aprova os cursos para efeitos de promoção aos postos das carreiras de base do Corpo de Bombeiros de Macau (CB).

Versão Chinesa

Diplomas
revogados
:
  • Despacho n.º 17/SAS/95 - Cria os cursos de promoção aos postos das carreiras de base do Corpo de Bombeiros (CB) e define as matérias curriculares nucleares e disposições necessárias ao seu funcionamento.
  • Diplomas
    relacionados
    :
  • Decreto-Lei n.º 66/94/M - Aprova o Estatuto dos Militarizados das Forças de Segurança de Macau.
  • Portaria n.º 2/95/M - Aprova o Regulamento Geral dos Cursos de Promoção das Forças de Segurança de Macau
  • Despacho n.º 52/SAS/98 - Aprova os cursos para efeitos de promoção aos postos das carreiras de base da Polícia Marítima e Fiscal (PMF).
  • Despacho n.º 53/SAS/98 - Aprova os cursos para efeitos promoção aos postos das carreiras de base do Corpo de Polícia de Segurança Pública de Macau (CPSP).
  • Categorias
    relacionadas
    :
  • CORPO DE BOMBEIROS -
  • Notas em LegisMac

    Versão original em formato PDF

    Despacho n.º 54/SAS/98

    No âmbito da reestruturação das Forças de Segurança de Macau (FSM), foram introduzidas alterações significativas no sistema de acesso aos postos das carreiras de base do Corpo de Bombeiros de Macau.

    Torna-se assim necessário proceder à revisão dos cursos suporte do normal desenvolvimento das referidas carreiras, bem como definir as matérias curriculares nucleares e disposições necessárias ao seu funcionamento.

    Nestes termos;

    Ouvidas as corporações e organismos das FSM;

    Ao abrigo da alínea a) do n.º 1 do artigo 158.º do Estatuto dos Militarizados das Forças de Segurança de Macau, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 66/94/M, de 30 de Dezembro, n.º 3 do artigo 2.º e artigo 6.º, ambos do Regulamento Geral dos Cursos de Promoção das FSM, aprovado pela Portaria n.º 2/95/M, de 2 de Janeiro, e do artigo 1.º da Portaria n.º 236/96/M, de 19 de Setembro, o Secretário-Adjunto para a Segurança determina:

    1. Para efeitos de promoção aos postos das carreiras de base do Corpo de Bombeiros de Macau (CB), são aprovados os seguintes cursos:

    a) Curso de promoção ao posto de chefe das carreiras ordinárias ou de linha, masculina e feminina, do CB;

    b) Curso de promoção ao posto de subchefe das carreiras ordinárias ou de linha, masculina e feminina, do CB;

    c) Curso de promoção ao posto de bombeiro-ajudante das carreiras ordinárias ou de linha, masculina e feminina, do CB.

    2. Os Planos Gerais dos cursos referidos no número anterior constam, respectivamente, dos anexos A, B e C ao presente despacho, que dele fazem parte integrante.

    3. Atendendo a que o novo sistema de promoções se baseia em modelos de instrução progressiva e encadeada ao longo das carreiras, podem os Planos Gerais dos Cursos de Promoção a subchefe e chefe ser ajustados por forma a garantir a assimilação das matérias das disciplinas e instruções ministradas nos cursos precedentes, aos alunos que não os frequentaram.

    4. É revogado o Despacho n.º 17/SAS/95, de 9 de Janeiro.

    5. Este despacho entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação e produz efeitos desde 1 de Março de 1998.

    Gabinete do Secretário-Adjunto para a Segurança, em Macau, aos 7 de Maio de 1998. — O Secretário-Adjunto, Manuel Soares Monge.


    Anexo A ao Despacho n.º 54/SAS/98, de 7 de Maio.
    Plano geral do curso de promoção ao posto de chefe das carreiras ordinárias ou de linha, masculina e feminina, do CB

    1. Finalidade

    O curso de promoção a chefe das carreiras ordinárias ou de linha, masculina e feminina, do CB destina-se a proporcionar aos subchefes da mesma carreira, admitidos à sua frequência, a formação técnico-profissional necessária ao eficaz desempenho de chefe de subunidades orgânicas do nível V.

    2. Objectivos

    No final do curso os alunos devem estar aptos a:

    — Assumir os deveres e as responsabilidades compatíveis com a sua categoria profissional,
    — Desenvolver, conduzir e controlar as actividades administrativas que lhes forem designadas, gerindo adequadamente os recursos humanos e materiais que lhes forem atribuídos;
    — Desenvolver, conduzir e controlar a execução das actividades operacionais que lhes forem atribuídas nas área;
    — Comunicar e redigir o expediente normal do serviço nas línguas oficiais do Território, de acordo com o nível linguístico previsto no Estatuto dos Militarizados das Forças de Segurança de Macau.

    3. Estrutura do curso

    O curso desenvolve-se em três fases, estruturadas da forma que a seguir se indica:

    FASE FINALIDADE TIPO DE ENSINO E APRENDIZAGEM ESTRUTURA
    COMUM
    Formação comportamental
    Técnica básica
    Aulas teóricas e práticas
    Áreas curriculares
    Módulos disciplinas/instruções
    ESPECIALIDADE Formação técnica e especifica
    ESTÁGIO Adaptação aos respectivos cargos e funções Formação em exercício Desempenho de funções e tarefas

    4. Programa

    a. Plano de estudos para a fase comum

    ÁREAS CURRICULARES MÓDULOS DISCIPLINAS/INSTRUÇÕES
    GERAL Formação cívica e militarizada
    Noções de direito constitucional e administrativo
    Noções de direito civil
    Ética militarizada
    Liderança e chefia
    Relações públicas e protocolo
    Regulamentos e estatutos
    Protecção civil
    Primeiros-socorros
    Comunicações
    Tiro, armamento e explosivos
    Ordem unida
    Educação física
    Técnico e administrativo
    Organização
    Gestão de recursos humanos
    Logística e contabilidade
    Secretariado
    Informática
    Estatística
    Métodos de instrução
    COMUNICAÇÃO Línguas Português/Cantonense Mandarim

    b. Plano de estudos para a fase da especialidade

    ÁREAS CURRICULARES MÓDULOS DISCIPLINAS/INSTRUÇÕES
    TÉCNICA Intervenção
    Tecnologia do fogo
    Manobras
    Segurança química, biológica e radiologia
    Investigação de causas de incêndios
    Prevenção
    Regulamento de segurança contra incêndios
    Arquitectura
    Legislação
    COMUNICAÇÃO Línguas Português/Cantonense/Mandarim

    c. Plano prático para a fase do estágio

    Período de formação em exercício, através da execução de tarefas de carácter operacional e/ou administrativo, nas áreas funcional, operacional e técnica.

    O estágio será efectuado no seguinte tipo de subunidades:

    SUBUNIDADE TIPO DE TAREFAS A EXECUTAR
    Orgânica do nível V Tarefas da competência de chefe de piquete/chefe das subunidade
    Operacional e/ou administrativo Outras tarefas de carácter operacional e/ou administrativo especificas do posto.

    d. Coeficiente de ponderação para cada fase

    — Fase comum: 2
    — Fase da especialidade: 2
    — Fase do estágio: 1

    5. Avaliação dos alunos

    a. Objectivos da avaliação
    Os alunos são avaliados para efeitos de
    — Ordenamento e selecção ao posto imediato,
    — Registo nos processos individuais:
    — Avaliação dos programas curriculares
    b. Disposições gerais
    (1) Coeficientes das fases do curso e disciplinas/instruções
    Os coeficientes visam ponderar o peso relativo das fase do curso e das disciplinas/instruções, para efeitos da classificação final dos candidatos são determinados tendo em conta
    — A duração de cada uma das fases, disciplinas/instruções;
    — A importância relativa entre si no âmbito do curso
    Os valores dos coeficientes das disciplinas/instruções devem ficar discriminados no Plano de Curso
    (2) Tipos de avaliação
    — Avaliação sumativa no final das disciplinas/instruções das fases comum e da especialidade, através de testes escritos, práticos e orais.
    — Avaliação formativa do mérito pessoal durante o estágio e sumativa no final do mesmo, através de observação e registo em impresso próprio
    (3) Classificação dos candidatos
    (a) Por fase:
    — Fases comum e da especialidade: obtém-se através da média ponderada das disciplinas e instruções sujeitas a avaliação sumativa,
    — Fase do estágio obtém-se através da media ponderada dos factores de classificação apropriados,
    — A classificação será expressa em números inteiros, numa escala de 0 a 20, aproximada as décimas
    (b) Final:
    — Obtém-se através da media ponderada das classificações obtidas nas três fases do curso.
    — A classificação será expressa em números inteiros numa escala de 0 a 20, aproximada as centésimas.
    — Para efeitos de ordenamento dos candidatos, e em caso de igualdade de classificação, será considerada a classificação obtida nas fases de maior coeficiente
    (4) Critérios de exclusão
    Será superiormente proposta a exclusão dos candidatos que:
    (a) Por motivos disciplinas, sejam abrangidos pelo disposto na regulamentação em vigor;
    (b) Obtenham em qualquer uma das disciplinas/instruções uma classificação inferior a 10 valores,
    (c) Excedam, em faltas, 1/10 do total de tempos atribuídos ao curso ou tenham, em qualquer disciplinas/instrução, um número de faltas igual ou superior a 1/5 do respectivo total de tempos. Estes números poderão ser ampliados para 1/8 e 1/4, respectivamente, quando se reconheça que os candidatos faltaram por motivos de doença e tenham bom aproveitamento,
    (d) Obtenham uma nota inferior a 10 valores no final do estágio

    6. Avaliação dos programas curriculares

    a. Avaliação interna

    Elaborada em função da informação recolhida nas fases comum e da especialidade, de acordo com o seguinte plano:

    PONTOS DE AVALIAÇÃO FONTES DE INFORMAÇÃO MÉTODOS E INSTRUMENTOS MOMENTO RESPONSÁVEL
    Recursos
    Tempo
    Organização
    Instrutores
    Alunos
    Registos
    Questionários
    Relatórios
    Quando oportuno
    Final de fase
    Director do curso
    Objectivos
    Conteúdos
    Métodos
    Meios
    Final de cada disciplinas/instrução
    Avaliação dos alunos Resultados dos testes Análise dos resultados
    Opinião dos alunos Alunos Questionários Final de cada fase
    Avaliação global da fase Conselho escolar Relatórios do director do curso Director da escola

    b. Avaliação externa

    Elaborada em função da informação recolhida na fase do estágio, de acordo com o seguinte plano:

    PONTOS DE AVALIAÇÃO FONTES DE INFORMAÇÃO MÉTODOS E INSTRUMENTOS MOMENTO RESPONSÁVEL
    Recursos
    Tempo
    Organização
    Supervisores
    Tutores
    Alunos
    Questionários
    Discussão
    Relatórios
    Quando oportuno
    Final de fase
    Director do curso
    Avaliação dos alunos Resultados Análise Final do estágio
    Opinião dos alunos Alunos Questionários
    Avaliação do estágio Supervisores Discussão

    c. Actualização do curso

    Com base na informação recolhida nas avaliações interna e externa, o director do curso elabora um relatório, salientando as discrepâncias e pontos fracos detectados, e recomendando as medidas e acções necessárias para actualizar e melhorar o curso.

    7. Estabelecimentos de ensino

    a. Fase comum
    Escola Superior das FSM
    b. Fase da especialidade
    Escola de Bombeiros do CB.
    c. Fase do estágio
    Subunidades do CB

    Anexo B ao Despacho n.º 54/SAS/98, de 7 de Maio.
    Plano geral do curso de promoção ao posto de subchefe das carreiras ordinárias ou de linha, masculina e feminina, do CB

    1. Finalidade

    O curso de promoção a subchefe das carreiras ordinárias ou de linha, masculina e feminina, do CB destina-se a proporcionar aos bombeiros-ajudantes da mesma carreira, admitidos à sua frequência, a formação técnico-profissional necessária ao eficaz desempenho de tarefas de carácter técnico no âmbito da especialidade.

    2. Objectivos

    No final do curso os alunos devem estar aptos a

    — Assumir os deveres e as responsabilidades compatíveis com a sua categoria profissional;
    — Controlar e executar as actividades administrativas que lhes forem designadas;
    — Conduzir, controlar e executar as actividades operacionais que lhes forem atribuídas nas áreas:
    — Comunicar e redigir o expediente normal do serviço nas línguas oficiais do Território, de acordo com o nível linguístico previsto no Estatuto dos Militarizados das Forças de Segurança de Macau.

    3. Estrutura do curso

    O curso desenvolve-se em três fases, estruturadas da forma que a seguir se indica:

    FASES FINALIDADE TIPO DE ENSINO E APRENDIZAGEM ESTRUTURA
    COMUM
    Formação comportamental
    Técnica básica
    Aulas teóricas e práticas
    Áreas curriculares
    Módulos
    Disciplinas/instruções
    ESPECIALIDADE Formação técnica e especifica
    ESTÁGIO Adaptação aos respectivos cargos e funções Formação em exercício Desempenho de funções e tarefas

    4. Programa

    a. Plano de estudos para a fase comum

    ÁREAS CURRICULARES MÓDULOS DISCIPLINAS/INSTRUÇÕES
    GERAL Formação cívica e militarizada
    Noções de direito constitucional e administrativo
    Ética militarizada
    Liderança e chefia
    Regulamentos e estatutos
    Protecção civil
    Primeiros-socorros
    Comunicações
    Tiro, armamento e explosivos
    Ordem unida
    Educação física
    Técnico e administrativo
    Informática
    Instrução de processos
    Métodos de instrução
    COMUNICAÇÃO Línguas Português/Cantonense Mandarim

    b. Plano da estudos para a fase da especialidade

    ÁREAS CURRICULARES MÓDULOS DISCIPLINAS/INSTRUÇÕES
    TÉCNICA Intervenção
    Tecnologia do fogo
    Manobras
    Emprego táctico
    Segurança química, biológica e radiológica
    Prevenção
    Regulamento de segurança contra incêndios
    Arquitectura
    Legislação
    Técnica de vistorias, testagens e fiscalizações
    COMUNICAÇÃO Línguas Português/Cantonense/Mandarim

    c. Plano prático para a fase do estágio

    Período de formação em exercício, através da execução de tarefas de carácter operacional e/ou administrativo, nas áreas funcional, operacional e técnica.

    TIPO DE SUBUNIDADE TIPO DE TAREFAS A EXECUTAR
    Orgânica do nível IV Coordenação, controlo, condução e execução de tarefas operacionais, técnicas e administrativas
    Orgânica do nível V

    d. Coeficientes de ponderação para cada fase

    — Fase comum: 2
    — Fase da especialidade: 2
    — Fase do estágio: 1

    5. Avaliação dos alunos

    a. Objectivos da avaliação
    Os alunos são avaliados para efeitos de:
    — Ordenamento e selecção ao posto imediato,
    — Registo nos processos individuais,
    — Avaliação dos programas curriculares
    b. Disposições gerais
    (1) Coeficientes das fases do curso e disciplinas/instruções
    Os coeficientes visam ponderar o peso relativo das fases do curso disciplinas/instruções, para efeitos da classificação final dos candidatos são determinados tendo em conta:
    — A duração de cada uma das fases, disciplinas/instruções,
    — A importância relativa entre si no âmbito do curso
    Os valores dos coeficientes das disciplinas/instruções devem ficar discriminados no Plano de Curso
    (2) Tipos de avaliação
    — Avaliação sumativa no final das disciplinas/instruções das fases comum e da especialidade, através de testes escritos, práticos e orais;
    — Avaliação formativa do mérito pessoal durante o estágio e sumativa no final do mesmo, através de observação e registo em impresso próprio.
    (3) Classificação dos candidatos
    (a) Por fase:
    — Fases comum e da especialidade: obtém-se através da ponderada das disciplinas e instruções sujeitas a avaliação sumativa;
    — Fase do estágio: obtém-se através da média ponderada dos factores de classificação apropriados;
    — A classificação será expressa em números inteiros, numa escala a 20, aproximada is décimas.
    (b) Final:
    — Obtém-se através da média ponderada das classificações obtidas nas fases do curso,
    — A classificação será expressa em números inteiros, numa escala a 20, aproximada as centésimas;
    — Para efeitos de ordenamento dos candidatos, e em caso de igualdade de classificação, será considerada a classificação nas fases de maior coeficiente.
    (4) Critérios de exclusão
    Será superiormente proposta a exclusão dos candidatos que:
    (a) Por motivos disciplinares, sejam abrangidos pelo disposto na regulamentação em vigor,
    (b) Obtenham em qualquer uma das disciplinas/instruções classificação inferior a 10 valores,
    (c) Excedam, em faltas, 1/10 do total de tempos atribuídos ao curso tenham, em qualquer disciplina/instrução, um numero de faltas igual superior a 1/5 do respectivo total de tempos Estes números poderão ser ampliados para 1/8 e 1/4, respectivamente, quando se reconheça que os candidatos faltaram por motivos de doença e tenham aproveitamento,
    (d) Obtenham uma nota inferior a 10 valores no final do estágio.

    6. Avaliação dos programas curriculares

    a. Avaliação interna

    Elaborada em função da informação recolhida nas fases comum e da especialidade, de acordo com o seguinte plano:

    PONTOS DE AVALIAÇÃO FONTES DE INFORMAÇÃO MÉTODOS E INSTRUMENTOS MOMENTO RESPONSÁVEL
    Recursos
    Tempo
    Organização
    Instrutores
    Alunos
    Registos
    Questionários
    Relatórios
    Quando oportuno
    Final de fase
    Director do curso
    Objectivos
    Conteúdos
    Métodos
    Meios
    Final de cada disciplinas/instrução
    Avaliação dos alunos Resultados dos testes Análise dos resultados
    Opinião dos alunos Alunos Questionários Final de cada fase
    Avaliação global da fase Conselho escolar Relatórios do director do curso Director da escola

    b. Avaliação externa

    Elaborada em função da informação recolhida na fase do estágio, de acordo com o seguinte plano:

    PONTOS DE AVALIAÇÃO FONTES DE INFORMAÇÃO MÉTODOS E INSTRUMENTOS MOMENTO RESPONSÁVEL
    Recursos
    Tempo
    Organização
    Supervisores
    Tutores
    Alunos
    Questionários
    Discussão
    Relatórios
    Quando oportuno
    Final de fase
    Director do curso
    Avaliação dos alunos Resultados Análise Final do estágio
    Opinião dos alunos Alunos Questionários
    Avaliação do estágio Supervisores Discussão

    c. Actualização do curso

    Com base na informação recolhida nas avaliações interna e externa o director do curso elabora um relatório, salientando as discrepâncias e pontos fracos detectados, e recomendando as medidas e acções necessárias para actualizar e melhorar o curso

    7. Estabelecimentos de ensino

    a. Fase comum
    Escola Superior das FSM.
    b. Fase da especialidade
    Escola de Bombeiros do CB.
    c. Fase do estágio
    Subunidades do CB.

    Anexo C ao Despacho n.º 54/SAS/98, de 7 de Maio.
    Plano geral do curso de promoção ao posto de bombeiro-ajudante das carreiras ordinárias ou de linha, masculina e feminina, do CB

    1. Finalidade

    O curso de promoção a bombeiro-ajudante das carreiras ordinárias ou de linha, masculina e feminina, do CB destina-se a proporcionar aos bombeiros da mesma carreira, admitidos à sua frequência, a formação técnico-profissional necessária à coordenação, controlo e execução de tarefas simples, de carácter operacional, técnico ou administrativo.

    2. Objectivos

    No final do curso os alunos devem estar aptos a:

    — Executar as actividades técnicas que lhes forem designadas;
    — Controlar e executar as actividades operacionais que lhes forem atribuídas nas áreas:
    — Expressar-se nas línguas oficiais do Território, de acordo com o nível linguístico previsto no Estatuto dos Militarizados das Forças de Segurança de Macau.

    3. Estrutura do curso

    O curso desenvolve-se em três fases, estruturadas da forma a seguir indicada:

    FASE FINALIDADE TIPO DE ENSINO E APRENDIZAGEM ESTRUTURA
    COMUM
    Formação comportamental
    Técnica básica
    Aulas teóricas e práticas
    Áreas curriculares
    Módulos Disciplinas/instruções
    ESPECIALIDADE Formação técnica e especifica
    ESTÁGIO
    Completamento da formação anterior
    Adaptação aos respectivos cargos e funções
    Formação em exercício Desempenho de funções e tarefas

    4. Programa

    a. Plano de estudos para a fase comum

    ÁREAS CURRICULARES MÓDULOS DISCIPLINAS/INSTRUÇÕES
    GERAL Formação cívica e militarizada
    Noções de direito constitucional e administrativo
    Ética militarizada
    Liderança e chefia
    Regulamentos e estatutos
    Protecção civil
    Primeiros-socorros
    Comunicações
    Tiro, armamento e explosivos
    Ordem unida
    Educação física
    COMUNICAÇÃO Línguas Português/Cantonense Mandarim

    b. Plano de estudos para a fase da especialidade

    ÁREAS CURRICULARES MÓDULOS DISCIPLINAS/INSTRUÇÕES
    TÉCNICA Intervenção
    Tecnologia do fogo
    Equipamento de combate a incêndios
    Manobras
    Material de combate ou de extinção
    Material de reconhecimento
    Material de salvamento
    Prevenção
    Regulamento de segurança contra incêndios
    Técnica de vistorias, testagens e fiscalização
    COMUNICAÇÃO Línguas Português/Cantonense Mandarim

    c. Plano prático para a fase do estágio

    Período de formação em exercício, através da execução das tarefas de carácter operacional e/ou administrativo, nas áreas funcional, operacional e técnica.

    TIPO DE SUBUNIDADE TIPO DE TAREFAS A EXECUTAR
    Orgânico do nível IV Execução de tarefas operacionais, técnicas e administrativas
    Orgânico do nível V

    d. Coeficiente de ponderação para cada fase

    — Fase comum: 2
    — Fase da especialidade: 2
    — Fase do estágio: 1

    5. Avaliação dos alunos

    a. Objectivas da avaliação

    Os alunos são avaliados para efeitos de:
    — Ordenamento e selecção ao posto imediato
    — Resisto nos processos individuais,
    — Avaliação dos programas curriculares.
    b. Disposições gerais
    (1) Coeficientes das fases do curso e disciplinas/instruções
    Os coeficientes visam ponderar o peso relativo das fases do curso disciplinas/instruções, para efeitos da classificação final dos candidatos são determinados tendo em conta:
    — A duração de cada uma das fases, disciplinas/instruções;
    — A importância relativa entre si no âmbito do curso
    Os valores dos coeficientes das disciplinas/instruções devem ficar discriminados no Plano de Curso
    (2) Tipos de avaliação
    — Avaliação sumativa no final das disciplinas/instruções das fases comum e da especialidade, através de testes escritos, práticos e orais.
    — Avaliação formativa do mérito pessoal durante o estágio e sumativa no final do mesmo, através de observação e registo em impresso próprio
    (3) Classificação dos candidatos
    (a) Por fase:
    — Fases comum e da especialidade: obtém-se através da média ponderada das disciplinas e instruções sujeitas a avaliação sumativa,
    — Fase do estágio obtém-se através da media ponderada dos factores de classificação apropriados,
    — A classificação será expressa em números inteiros, numa escala de 0 a 20, aproximada as décimas
    (b) Final:
    — Obtém-se através da media ponderada das classificações obtidas nas três fases do curso.
    — A classificação será expressa em números inteiros numa escala de 0 a 20, aproximada as centésimas.
    — Para efeitos de ordenamento dos candidatos, e em caso de igualdade de classificação, será considerada a classificação obtida nas fases de maior coeficiente
    (4) Critérios de exclusão
    Será superiormente proposta a exclusão dos candidatos que:
    (a) Por motivos disciplinas, sejam abrangidos pelo disposto na regulamentação em vigor;
    (b) Obtenham em cada uma das disciplinas/instruções uma classificação inferior a 10 valores,
    (c) Excedam, em faltas, 1/10 do total de tempos atribuídos ao curso ou tenham, em qualquer disciplinas/instrução, um número de faltas igual ou superior a 1/5 do respectivo total de tempos. Estes números poderão ser ampliados para 1/8 e 1/4, respectivamente, quando se reconheça que os candidatos faltaram por motivos de doença e tenham bom aproveitamento,
    (d) Obtenham uma nota inferior a 10 valores no final do estágio

    6. Avaliação dos programas curriculares

    a. Avaliação interna

    Elaborada em função da informação recolhida nas fases comum e da especialidade, de acordo com o seguinte plano:

    PONTOS DE AVALIAÇÃO FONTES DE INFORMAÇÃO MÉTODOS E INSTRUMENTOS MOMENTO RESPONSÁVEL
    Recursos
    Tempo
    Organização
    Instrutores
    Alunos
    Registos
    Questionários
    Relatórios
    Quando oportuno
    Final de fase
    Director do curso
    Objectivos
    Conteúdos
    Métodos
    Meios
    Final de cada disciplinas/instrução
    Avaliação dos alunos Resultados dos testes Análise dos resultados
    Opinião dos alunos Alunos Questionários Final de cada fase
    Avaliação global da fase Conselho escolar Relatórios do director do curso Director da escola

    b. Avaliação externa

    Elaborada em função da informação recolhida na fase do estágio, de acordo com o seguinte plano:

    PONTOS DE AVALIAÇÃO FONTES DE INFORMAÇÃO MÉTODOS E INSTRUMENTOS MOMENTO RESPONSÁVEL
    Recursos
    Tempo
    Organização
    Supervisores
    Tutores
    Alunos
    Questionários
    Discussão
    Relatórios
    Quando oportuno
    Final de fase
    Director do curso
    Avaliação dos alunos Resultados Análise Final do estágio
    Opinião dos alunos Alunos Questionários
    Avaliação do estágio Supervisores Discussão

    c. Actualização do curso

    Com base na informação recolhida nas avaliações interna e externa, o director do curso elabora um relatório, salientando as discrepâncias e pontos fracos detectados, e recomendando as medidas e acções necessárias para actualizar e melhorar o curso.

    7. Estabelecimentos de ensino

    a. Fase comum
    Escola Superior das FSM
    b. Fase da especialidade
    Escola de Bombeiros do CB.
    c. Fase do estágio
    Subunidades do CB


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