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CARTÓRIO PRIVADO MACAU

CERTIFICADO

Associação Congregação Vida no Espírito

Certifico, para efeitos de publicação, que se encontra depositado, neste Cartório, desde dezanove de Junho de dois mil, sob o número catorze, um exemplar dos estatutos da «Associação Congregação Vida no Espírito», do teor constante dos artigos em anexo:

Associação Congregação Vida no Espírito

CAPÍTULO I

Denominação, sede e fins

Artigo primeiro

A associação adopta a denominação de «Associação Congregação Vida no Espírito», em inglês «Life in the Spirit Fellowship», é uma pessoa colectiva de direito privado sem fins lucrativos, constituída por tempo indeterminado, contando-se o seu início a partir desta data.

Artigo segundo

A Associação tem a sua sede em Macau, na Rua de Francisco Xavier Pereira, edifício Seng Kong, bloco 1-E, 5.º andar, E.

Artigo terceiro

São fins da Associação:
a) Pregar, expandir e divulgar as doutrinas básicas do cristianismo em Macau e no mundo;
b) Estabelecer e manter igrejas autónomas, autopropagadas e auto-suficientes onde se exalte Cristo e se cumpra a Palavra de Deus;
c) Formar, ordenar e enviar ministros, providenciado o reconhecimento em todas as matérias necessárias à promoção dos objectivos da Igreja;
d) Coordenar, manter e apoiar todas as actividades da Igreja; e
e) Promover, efectuar, desenvolver, assistir ou manter obras religiosas, educativas e de assistência social ou caridade.

CAPÍTULO II

Associados, seus direitos e deveres

Artigo quarto

Podem ser admitidos como associados todos os filipinos residentes ou trabalhadores em Macau, bem como indivíduos de outras nacionalidades que aceitem o espírito da Associação.

Artigo quinto

Os associados devem pagar uma quota mensal em montante a definir pela Direcção.

Artigo sexto

São direitos dos associados:
a) Elegerem e serem eleitos para qualquer cargo da Associação;
b) Participarem nas assembleias gerais;
c) Requererem a convocação das reuniões extraordinárias da Assembleia Geral; e
d) Participarem em todos os benefícios concedidos pela Associação.

Artigo sétimo

São deveres dos associados:
a) Cumprirem os estatutos da Associação, bem como as deliberações da Assembleia Geral e da Direcção;
b) Pagarem pontualmente a quota mensal; e
c) Contribuírem, com todos os meios ao seu alcance, para o progresso e prestígio da Associação.

CAPÍTULO III

Órgãos da Associação

Artigo oitavo

Um. São órgãos da Associação:
a) A Assembleia Geral;
b) A Direcção; e
c) O Conselho Fiscal.
Dois. Os membros dos órgãos da Associação são eleitos em Assembleia Geral tendo o respectivo mandato a duração de dois anos, sendo permitida a sua reeleição.

Artigo nono

As eleições são feitas por escrutínio secreto e maioria absoluta de votos, salvo quando a lei exigir outra maioria.

Assembleia Geral

Artigo décimo

A Assembleia Geral é constituída por todos os associados.

Artigo décimo primeiro

Compete à Assembleia Geral:
a) Orientar superiormente e definir as actividades da Associação;
b) Deliberar sobre todas as matérias não compreendidas nas competências legais ou estatutárias de outros órgãos;
c) Aprovar a alteração aos estatutos da Associação;
d) Aprovar o balanço, relatório e contas anuais;
e) Eleger e destituir a sua Mesa, a Direcção e o Conselho Fiscal; e
f) Deliberar sobre a extinção da Associação.

Artigo décimo segundo

Um. A Assembleia Geral reúne ordinariamente uma vez por ano.
Dois. A Assembleia Geral reúne extraordinariamente:
a) Por convocação do seu presidente;
b) A requerimento da Direcção ou do Conselho Fiscal; e
c) A requerimento de um número não inferior a metade dos associados, no pleno gozo dos seus direitos.

Artigo décimo terceiro

Um. A Assembleia Geral funcionará à hora marcada na convocatória, com a maioria dos associados ou, decorridos trinta minutos, com qualquer número de associados presentes.
Dois. Se a Assembleia Geral tiver sido convocada a pedido dos associados, é necessária a presença de um número igual ou superior ao número de associados que subscreveu aquela petição.

Artigo décimo quarto

Salvo o disposto no artigo seguinte, as deliberações da Assembleia Geral são tomadas por maioria absoluta de votos dos associados presentes.

Artigo décimo quinto

Um. As deliberações sobre as alterações aos presentes estatutos exigem o voto favorável de três quartos do número de associados presentes na Assembleia Geral.
Dois. A deliberação sobre a dissolução da Associação exige o voto favorável de três quartos do número total de associados.

Artigo décimo sexto

As reuniões da Assembleia Geral são presididas por uma Mesa da Assembleia constituída por um presidente, um vice-presidente e um secretário.

Direcção

Artigo décimo sétimo

A Direcção é constituída por um presidente, um vice-presidente, um secretário, um tesoureiro e três vogais.
Sendo, desde já, nomeados para o cargo de presidente Michael Jacinto Pangwi, para o cargo de vice-presidente Naty L. Miranda, como secretário Ruth M. Cuteng, o tesoureiro Caroline M. Pacuyan, e os três vogais são, respectivamente, Encarnacion T. Piok, Remina M. Caliging e Donata S. Bilatat.

Artigo décimo oitavo

Compete à Direcção:

a) Dirigir, administrar e manter as actividades da Associação com as orientações da Assembleia Geral;
b) Admitir associados;
c) Elaborar o relatório anual e as contas referentes ao mesmo;
d) Constituir mandatários da Associação;
e) Fixar o montante da quota mensal; e
f) Exercer quaisquer outras atribuições que não estejam atribuídas, por lei ou pelos presentes estatutos, aos outros órgãos sociais.

Artigo décimo nono

Um. A Associação será representada, em juízo ou fora dele, pelo presidente da Direcção.
Dois. Na ausência ou impedimento do presidente, este será substituído pelo vice-presidente que, nos seus impedimentos, será substituído pelo membro da Direcção por esta nomeado para o efeito.
Três. A Direcção poderá ainda conferir a representação da Associação a qualquer membro da Direcção.

Conselho Fiscal

Artigo vigésimo

O Conselho Fiscal é formado por um presidente, um vice-presidente e um secretário.

Artigo vigésimo primeiro

Compete ao Conselho Fiscal:
a) Fiscalizar todos os actos administrativos da Direcção;
b) Examinar e dar parecer sobre o relatório e as contas da Associação; e
c) Exercer quaisquer outras atribuições que lhe sejam legalmente conferidas.

CAPÍTULO IV

Receitas e despesas

Artigo vigésimo segundo

Constituem receitas da Associação todos os rendimentos que a qualquer título lhe sejam atribuídos ou a que venha a ter direito e, designadamente, as quotas, subsídios e donativos.

Artigo vigésimo terceiro

As despesas da Associação deverão cingir-se às receitas cobradas.

CAPÍTULO V

Disciplina

Artigo vigésimo quarto

Um. Os sócios que infringirem os estatutos da Associação, ficam sujeitos às seguintes penalidades:
a) Advertência verbal ou censura por escrito;
b) Suspensão dos direitos por seis meses; e
c) Expulsão.
Dois. As penalidades previstas nas alíneas a) e b) do número um deste artigo são da competência da Direcção, e a referida na alínea c) da exclusiva competência da Assembleia Geral, com base em proposta devidamente fundamentada da Direcção.

Artigo vigésimo quinto

São motivos suficientes para a exclusão de qualquer sócio efectivo:
a) Condenação judicial por crime desonroso;
b) O não pagamento das suas quotas por tempo superior a um trimestre e, quando convidado pela Direcção, por escrito, a fazê-lo, o não faça no prazo de dez dias;
c) Acção que prejudique o bom nome ou interesse da Associação; e
d) Ser agressivo ou conflituoso, provocando discórdia entre os membros da colectividade, com fim tendencioso.

Disposições gerais

Artigo vigésimo sexto

Os casos omissos serão resolvidos em Assembleia Geral.

Cartório Privado, em Macau, aos dezanove de Junho de dois mil. ¡X O Notário, Gonçalo Pinheiro Torres.


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Associação dos Proprietários de Lojas do Centro Comercial Mei Hou

Certifico, para efeitos de publicação, que se encontra arquivado, neste Cartório, desde dezanove de Junho de dois mil, sob o número vinte e nove barra dois mil do maço número um, um exemplar dos estatutos da «Associação dos Proprietários de Lojas do Centro Comercial Mei Hou», do teor seguinte:

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Primeiro Cartório Notarial de Macau, aos dezanove de Junho de dois mil. ¡X A Primeira-Ajudante, Ivone Maria Osório Bastos Yee.


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CGU INTERNATIONAL INSURANCE PLC

Conta de exploração do exercício de 1999
(Ramos gerais)

Contas de ganhos e perdas do exercício de 1999

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Balanço em 31 de Dezembro de 1999

O Chefe da Contabilitade,
Susanna Lei

Director-Geral/Gerente,
Victor Wu

Relatório sucinto sobre a actividade

Revendo o ano fiscal de 1999, a actividade desenvolvida apenas registou, em termos globais, um ligeiro crescimento, devido sobretudo a incertezas e instabilidades nas subsistentes condições do mercado. Cremos que esse ambiente se manterá no próximo ano.

Apesar disso, tais condições poderão dar origem a que o mercado venha a renovar-se e preparar-se para futuras transformações. Sendo esta uma das seguradoras dominantes do mercado local, assumimos o nosso compromisso em prestar serviços de qualidade, de molde a proporcionar melhor rendimento aos nossos accionistas.

Finalmente, em nome da Companhia, expressamos o nosso agradecimento a todos aqueles que contribuíram com o seu apoio à nossa actividade e esperamos que o mesmo se mantenha no futuro.

Macau, 1 de Junho de 2000.

(Assinatura ilegível).

CGU International Insurance Plc

Parecer dos auditores

Examinámos as demonstrações financeiras da CGU International Insurance Plc., sucursal de Macau, as quais compreendem o balanço em 31 de Dezembro de 1999, a demonstração de resultados do exercício findo naquela data e os correspondentes mapas.

Em nossa opinião, a informação financeira constante dos mencionados documentos apresenta de forma verdadeira e apropriada, em todos os aspectos materialmente relevantes, a posição financeira da CGU International Insurance Plc.

Macau, 1 de Junho de 2000

Basilio & Associates

Registered Auditors.


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BPA Seguros, S.A.¡]²Ä¤G¯µ®Ñ¡^¡AManuel Bernardo de Melo Pimentel Balcão Reis¬°¥Nªí

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Manuel D´Almeida Marecos Duarte¡]¥D®u¡^

Francisco Alexandre Robles Monteiro Lino¡]©e­û¡^

Alberto Eduardo Estima de Oliveira¡]©e­û¡^

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Companhia de Seguros de Macau, S.A.R.L.¡]¥D®u¡^¡A João Frederico Oliveira Neves Teixeira de Abreu¬°¥Nªí

Bonança Vida¡XCompanhia de Seguros, S.A.¡]©e­û¡^¡A Álvaro Augusto Macedo Caixeiro¬°¥Nªí

Ocidental¡XCompanhia Portuguesa de Seguros de Vida, S.A.¡]©e­û¡^¡A António Candeias Castilho Modesto ¬°¥Nªí

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COMPANHIA DE TELECOMUNICAÇÕES DE MACAU, S.A.R.L.

Relatório da Administração

Ex.mos Senhores Accionistas

A Administração da Empresa tem o prazer de submeter desta forma e neste documento o seu relatório anual e contas do exercício findo em 31 de Dezembro de 1999.

Generalidades ¡X A economia de Macau

A economia de Macau continuou a manter-se débil em 1999.

Principais actividades e negócios

A Empresa continuou a operar o serviço público das telecomunicações em Macau, de acordo com o Contrato de Concessão assinado entre o Governador de Macau, em representação do Território, e a Cable & Wireless PLC, em 20 de Agosto de 1981.

Uma nova concessão foi atribuída à CTM até 2011. Os termos desta dotam a Empresa com o direito de exclusividade para o serviço fixo de telefone, serviço telegráfico, serviço fixo de telex, serviço fixo comutado de transmissão de dados (excepto internet) e serviço de circuitos alugados.

O ano findo em 31 de Dezembro de 1999 assistiu a uma diminuição de 21% do lucro líquido e a um aumento de 4% nas vendas da Empresa.

Os investimentos em imobilizado diminuíram de 290 milhões de patacas em 1998 para 204 milhões de patacas em 1999. O principal projecto consistiu no desenvolvimento do Overlay Network GSM 900/1800 que ficou operacional em Dezembro de 1999.

Principais serviços

Telefones

Durante o ano findo em 31 de Dezembro de 1999, foram recebidos 25 227 (1998: 24 816) pedidos de novas linhas directas. O número total de instalações foi de 25 474 (1998: 24 989), compreendendo 20 599 novas linhas de rede e 4 875 remoções externas. O crescimento líquido real do número de linhas foi de 4 552 (1998: 4 302) depois de deduzidos 20 922 cancelamentos.

A dimensão total do sistema no final do exercício era de 178 445 linhas (1998: 173 893).

As chamadas telefónicas internacionais totalizaram 133 milhões de minutos em 1999, representando um aumento de 6,1% quando comparadas com 1998.

Serviço de telemóveis

O número de clientes «GSM» aumentou de 70 270 em 31 de Dezembro de 1998 para 119 420 (incluindo pré-pagamentos) em 31 de Dezembro de 1999. O Sistema Analógico teve uma redução de 6 928 clientes em 1998 para 2 201, do que resultou no final do ano um número de clientes telemóvel de 121 621, correspondendo a um crescimento de 58% quando comparado com o ano anterior.

Resultados e dividendos

MOP¡¦000

Lucro líquido do exercício de 1999

 265 090

Resultados transitados no início de 1999 

1 044 238

Lucro disponível para distribuição 

1 309 328

Transferência para Reserva Legal

 (7 500)

Dividendos pagos em 1999 relativos a 1998 (300 000)

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Resultados transitados no fim de 1999 disponíveis para distribuição1 001 828

1 001 828

Em 1999, a Administração propôs que fossem pagos dividendos do exercício de 1998 no valor de MOP 300 milhões. A proposta mereceu a aprovação dos accionistas na Assembleia Geral de 19 de Março de 1999.

De acordo com o artigo 432.º do Novo Código Comercial em vigor a partir de 1 de Novembro de 1999, a Reserva Legal deveria corresponder a 25% do capital social da Empresa. Para satisfazer este novo requisito um total de MOP 7 500 000 foi transferido para a Reserva Legal em 1999.

Activo imobilizado

Durante o exercício o activo imobilizado sofreu variações significativas, conforme se evidencia na nota 7 às contas.

Conselho de Administração:

O Conselho de Administração em 1999 e até à data deste relatório foi constituído por:

Cable and Wireless PLC- Presidente
John J. Lindfield- Administrador-Delegado
Companhia Portuguesa Rádio Marconi SA
CITIC Pacific Limited
Direcção dos Serviços de Correios e Telecomunicações de Macau
Eng. Manuel Paulo Marques Alves
Nathan Hsu
David Michael Kay
Jorge Metello de Nápoles

Conselho Fiscal:

Este Conselho foi em 1999 constituído pelos seguintes membros:

Virginia Lam- Presidente
Patrick Ip- Vogal
Chau Chi Yin- Vogal
Caixa Económica Postal- Vogal
Portugal Telecom Internacional, SGPS, SA- Vogal

24 de Fevereiro de 2000.

John J. Lindfield
Administrador-Delegado em representação do Conselho de Administração.

Relatório dos auditores

Para os accionistas
da Companhia de Telecomunicações de Macau, S.A.R.L.

Examinámos, de acordo com as Normas Internacionais de Auditoria, as demonstrações financeiras da Companhia de Telecomunicações de Macau, S.A.R.L. referentes ao exercício findo em 31 de Dezembro de 1999, e a nossa opinião sobre as referidas demonstrações financeiras está expressa, sem reservas, no nosso relatório datado de 24 de Fevereiro de 2000.

Em nossa opinião as contas anexas apresentadas de forma resumida são consistentes com as demonstrações financeiras acima referidas dos quais elas resultaram.

Para uma melhor compreensão da posição financeira e dos resultados das operações da Companhia, relativamente ao exercício, as contas resumidas devem ser analisadas em conjunto com as correspondentes demonstrações financeiras anuais auditadas.

KPMG

Macau, aos 24 de Fevereiro de 2000.

Demonstração dos resultados
exercício findo em 31 de Dezembro de 1999
(Em Patacas)

Como o único componente de uma demonstração de reconhecidos ganhos e perdas é o lucro líquido do ano, não é aplicável a apresentação dessa demonstração em separado.

Balanço em 31 de Dezembro de 1999
(Em Patacas)

O Conselho de Administração
Representado por

John J. Lindfield
Administrador-Delegado

Manuel Paulo Marques Alves
Administrador


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¤Wºô¤é´Á: 2000¦~6¤ë28¤é - 09:00:00


 

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